O âmbito da discussão que se pretende provocar
centra-se, conforme discrimina o programa do encontro, na valorização da
profissão.
Para que na
sessão a promover possamos, não só ter a leitura transversal que nos
possibilite tal posicionamento, mas também podermos proporcionar a
sustentabilidade da discussão, cremos que os temas deverão ser os mais
abrangentes, embora de especificidade identificável.
Lançamos
aqui cinco temas que consideramos de importância e cumpridores dos pressupostos
elencados. No entanto, como não queremos que o debate fique limitado, colocamos explicitamente o desafio de serem
identificados outros temas passíveis de discussão.
Os cinco temas
propostos desde já, são os seguintes:
Tema A. Num quadro de responsabilização e
reconhecimento legal, deverão os engenheiros florestais ter atos próprios / exclusivos?
Nessa perspetiva, como nos devemos articular com as outras profissões que
connosco disputam os espaços florestais?
Tema B. Como poderemos valorizar a profissão
junto das partes interessadas, cidadãos em particular?
Tema C. Terá a evolução do sistema de ensino
superior (implementação do sistema de Bolonha) colocado em causa a engenharia
florestal como a conhecíamos e era ministrada nesta nossa instituição?
Tema
D. Que competências não nos foram ministradas e
tanta falta nos fazem / fizeram?
Tema E. Soube a engenharia florestal responder
às dinâmicas do mercado de trabalho?
Perguntamos pois:
Que temas discutir?
Como poderemos valorizar a
profissão?