A escolha de uma –
única – árvore
Por princípio – e neste princípio – todas as árvores são diferentes.
Os antigos alunos de Engenharia Florestal da UTAD são
chamados a escolher a espécie florestal a plantar durante o evento agendado
para 29 de novembro.
Não havendo algoritmo, cientificamente testado, de apoio
à decisão – na UTAD ou noutra qualquer instituição –, esta terá que ser
fundamentada, no essencial, na sensibilidade pessoal. Este ato remete-nos para
o simbolismo que a árvore tem na nossa sociedade. Não será uma árvore, apenas,
para a quadra natalícia; terá que ser uma árvore representativa da nossa
identidade profissional, que identifique a comunidade dos engenheiros
florestais da UTAD.
Para uns será o sobreiro, a árvore símbolo do país; os
minhotos talvez prefiram o carvalho-alvarinho; para os transmontanos, o
carvalho-negral talvez seja o preferido. Outros optarão pelo eucalipto ou pelo pinheiro-bravo;
outros, ainda, escolherão o castanheiro, a faia, a bétula, a pseudotsuga ou o pinheiro-silvestre.
As hipóteses são muitas e quanto a gostos, esses não se discutem, mormente quando
são genuínos.
Vamos iniciar o processo de escolha da nossa árvore.
Desejamos um processo aberto, participado e democrático, que nos assinale, com singela
bondade, a árvore que identificará os florestais da UTAD. O respeito pelo
resultado que vier a ser obtido terá assim que ser unânime.
Agora,
a partir de agora, todas as árvores são iguais.
Qual
escolhemos?
