quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016



Concurso de ideias para o logótipo
É o teixo (Taxus baccata) a árvore que representa os florestais da UTAD. Ideias para o logótipo da associação florestais-da-utad são agora necessárias.
Se és um(a) florestal da utad, o teu génio criativo não tem limites. Surpreende-te e desenvolve uma proposta para o logótipo da florestais-da-utad. Se assim o entenderes, promove uma campanha a favor da tua proposta.
Até finais deste mês de fevereiro, envia-nos a tua criação em formato A4 para florestaisdautad@gmail.com.
No nosso encontro de 5 março, será escolhido o símbolo que identificará a florestais-da-utad; quem sabe se o nosso símbolo não terá raízes numa ideia tua.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

2.º encontro dos florestais da UTAD

Caro colega
O 2.º encontro dos florestais da UTAD, vai acontecer no próximo dia 5 de março  em Vila Real.
Vamos todos, os que tivemos o privilégio de estudar na utad,  participar neste encontro  que terá o seguinte programa.
Inscreve-te no encontro e adere à “florestais-da-utad”, p.f. divulga o encontro e a associação pelos colegas ....


2.º encontro dos florestais da UTAD
data: sábado, 5 de março de 2016
local: UTAD, auditório de florestal
custo de inscrição: € 15 (€ 10 para estudantes) com almoço incluído
(inscrição gratuita – mas obrigatória –para quem não pretenda almoçar)
programa
9,30 horas
Receção dos participantes e check-in
10,00 horas
Sessão de abertura
10,30 horas
Florestal na UTAD: 42 anos, 42 fotografias
(Comissão Executiva dos florestais da UTAD)
11,00 horas
Palestras de Mestre
(palestras pelos Professores Hermínio Botelho, João Bento e Pacheco Marques; temas a divulgar oportunamente)
12,30 horas
Apresentação da Associação “florestais-da-utad”
(Comissão Executiva dos florestais da UTAD)
12,45 horas
Almoço (restaurante Panorâmico, UTAD)
15,00 horas
Apresentação de listas;
Ato eleitoral (eleição dos órgãos diretivos da Associação “florestais-da-utad”)
Escolha do logótipo para a florestais-da-utad
16,00 horas
Tomada de posse dos órgãos eleitos e encerramento

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Associação dos Florestais da UTAD

Caro Colega
Como é de conhecimento público (Ata 1) a Comissão Executiva (CE) do Movimento dos Florestais da UTAD, reunida a 7 de Fevereiro 2015, decidiu, por unanimidade, criar a Associação dos Florestais da UTAD. A principal motivação que esteve a montante desta esta decisão foi aumentar a eficácia de representação e a coesão do colectivo dos florestais da UTAD. O processo de elaboração dos Estatutos desta associação, que se iniciou de imediato após o dia 7 de Fevereiro, revelou-se um processo complexo: as várias propostas concorreram entre si, levantando uma questão de princípio - a tipologia de associado. Esta questão constituiu a partir de determinado momento um elemento fracturante no seio da CE. Consciente desta realidade e na tentativa de colmatar este impasse em torno dos Estatutos, a Comissão Executiva reunida no dia 16 do mês de julho de 2015 deliberou, por maioria, colocar à votação dos potenciais membros da Associação o elemento central em discussão: as possíveis tipologias de membros da associação. Assim, temos três propostas de membros da associação e respectivos conceitos, dentro das quais os colegas terão que eleger uma proposta.
Proposta A
 A florestais-da-utad terá as seguintes categorias de associados:
                a) efetivos
                b) estudantes
                c) docentes
Membros efetivos: todos os detentores de um qualquer grau académico atribuído pela UTAD na área de ciências florestais. Só os membros efetivos têm assento na Assembleia Geral.
Membros estudantes: todos os detentores de matrículas na UTAD em cursos da área das ciências florestais e que não se enquadram na tipologia de membro efetivo.
Membros docentes: todos os que ministram (ou ministraram) aulas nos cursos da UTAD da área das ciências florestais e que não se enquadram na tipologia de membro efetivo.


Proposta B
A florestais-da-utad terá as seguintes categorias de associados:
                a) Membros fundadores
                b) Membros efetivos
                c) Membros convidados
Membros fundadores: os associados que constituem a Comissão Executiva do Movimento dos     Florestais da UTAD.
Membros efetivos: todos os detentores de um qualquer grau académico atribuído pela UTAD na Área das Ciências Florestais (ACF).
Membros convidados: Personalidades convidadas pelo Direcção, a propor a sua admissão à Assembleia Geral. Não têm direito a eleger e ser eleito para os órgãos sociais da Associação.

Proposta C
1. A florestais-da-utad terá as seguintes categorias de associados:
                a) Membros efetivos
                b) Membros convidados
Membros efetivos: todos os detentores de um qualquer grau académico atribuído pela UTAD na Área das Ciências Florestais (ACF) e todos os que ministram (ou ministraram) aulas nos      cursos da UTAD da área das ciências florestais.
 Membros convidados: Personalidades convidadas pelo Direcção, a propor a sua admissão à Assembleia. Não têm direito a eleger e ser eleito para os órgãos sociais da Associação.

A votação ocorrerá durante a primeira quinzena de Setembro, através do formulário cujo link segue abaixo, para a qual solicitamos a tua participação e divulgação junto de potenciais associados.

Saudações Florestais


VOTA AQUI:

Histórico do movimento "florestais da UTAD" até ao presente

A publicar brevemente.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Comissão Executiva do Movimento Florestais da UTAD

Caros Colegas

Dia 7 de fevereiro ocorreu uma reunião na UTAD com os elementos da extinta comissão organizadora do evento de 29 DE NOVEMBRO DE 2014 "ENGENHARIA FLORESTAL: FAZER ACONTECER" e os colegas que, nesse dia, manifestaram vontade de integrar uma comissão que desse continuidade a este movimento. Para conhecimento de todos os Florestais da UTAD das decisões que foram aí tomadas, publica-se agora a ata dessa reunião.


Ata 1

Aos sete dias do mês de fevereiro do ano de 2015 reuniu-se a Comissão Executiva do Movimento Florestais da UTAD. Dos 31 elementos que manifestaram dia 29 de Novembro vontade de pertencer a esta comissão e que foram convocados para a reunião compareceram 16 havendo justificação da ausência de 9 elementos (documento anexo).
A reunião teve a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto 1 - Discussão do modelo organizativo – Associação de cariz profissional dos Florestais da UTAD;
Ponto 2 - Passagem de testemunho – informações relevantes, compromissos pendentes (elaborar o estudo dos florestais da UTAD), outros;
Ponto 3 - Equacionar o desafia lançado pelo Sr. Reitor de  realização de um grande  evento em Maio de 2015-01-12;
Ponto 4 - Ponderar a elaboração de uma candidatura a um projeto da Rede Rural Nacional – Dinâmicas regionais do ensino superior no Norte de Portugal;
Ponto 5- Outros assuntos.
O colega Luís Lopes deu início à reunião às 10:45 horas com a apresentação da ordem de trabalhos, tendo posto a discussão um assunto prévio respeitante à constituição desta comissão. Após breve discussão de alguns pontos de vista foi decidido que, para tornar esta comissão mais operacional e coesa, os elementos convocados que não tinham justificado a sua ausência não fariam parte da Comissão Executiva do Movimento Florestais da UTAD. Seguiu-se a apresentação e discussão dos pontos incluídos na ordem de trabalhos. Assim,
Ponto 1 - Modelo Organizativo
Foi discutida a necessidade da criação de uma associação que representasse os florestais da UTAD de forma a facilitar questões de logística, de representação e de coesão do grupo. Depois de pôr de parte a ideia da associação ter um caris profissional foi aprovado por unanimidade a criação da Associação dos Florestais da UTAD e criado um grupo de trabalho constituído pelos colegas Calçada Duarte, Luís Lopes, Óscar Cardoso e Zé Luís Ribeiro, que terá como missão definir os objectivos e estatutos da Associação.
Ponto 2 – Passagem de testemunho
Relativamente ao ponto 2 o Luís Lopes deu conta do saldo positivo de 211,04€ resultante do encontro de 29 de novembro de 2014 e do ponto de situação do estudo do percurso académico e profissional dos florestais da UTAD que a anterior CO ficou de publicar.
O Calçada referiu as dificuldades encontradas em reunir todos os dados relevantes para o estudo e o facto de ser importante abranger todo o universo dos florestais da UTAD. Por sugestão do Pedro Lencart, para que todos os elementos da comissão executiva tenham acesso à base de dados fornecida pela UTAD e assim ajudar a completá-la, decidiu-se que esta será trabalhada de forma a não conter aspetos que possam ser mais delicados (ex: ano de formação, etc).
Para trabalhar nestes dados e na sua publicação foi criado um grupo de trabalho constituído pelos colegas Calçada Duarte, José Aranha, Luís Lopes e Luís Roxo.
Ponto 3 – Grande evento florestal.
Depois de terem sido discutidos alguns aspectos (datas, objectivos, forma...) sobre a realização de um evento para responder ao desafia lançado pelo Sr. Reitor no encontro de 29 de novembro, foi decidido que era necessário conhecer o calendário de atividades da UTAD para maio e junho de forma a que o evento fosse englobado nesse período mas que não ficasse perdido no meio de outras atividades. Foi também decidido criar um grupo de trabalho constituído pelos colegas João Gama Amaral, Luís Roxo, Maria Emília Silva, Maria João Gaspar, Pedro Lencart e Rosário Alves, que se dedicaria a pensar/estruturar esse evento para posteriormente apresentar à restante comissão.
Ponto 4 - Projeto da Rede Rural Nacional
O ponto 4 da ordem de trabalhos não foi discutido uma vez que o colega João Gama Amaral informou a comissão que as candidaturas a este programa ainda não estavam abertas e que portanto este assunto poderia ser discutido numa reunião a realizar posteriormente.
Ponto 5- Outros assuntos.
O colega Calçada Duarte apresentou a ideia da criação de um grupo autónomo da Associação para, juntamente com florestais de outras instituições e formações, exercer pressão junto da Ordem dos Engenheiros no sentido de ver aplicada a lei relativamente aos atos do engenheiro florestal. Após debate sobre o papel deste “grupo de pressão” e as vantagens e inconvenientes deste ser independente da Associação de Florestais da UTAD foi aprovado que o grupo representaria a Associação e seria em nome dela que falaria com os diferentes interlocutores. Assim, foram indicados os elementos Calçada Duarte, João Gama Amaral, João Paulo Carvalho e Susana Fonseca da Comissão Executiva para darem início à atividade do “grupo de pressão” delineando estratégias e convidando outros Florestais para o integrarem.
Ainda nos outros assunto foi decidido que, aquando da realização do Evento Florestal, será feita a apresentação da Associação de Florestais da UTAD bem como da publicação sobre o percurso académico e profissional dos florestais da UTAD.
Marcou-se a próxima reunião para dia 7 de março a realizar no Porto mais concretamente na sede da Ordem dos Engenheiros.

Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião e lavrada a presente ata

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Movimento dos Florestais da UTAD

Colegas:

Quando no final do mês de maio de 2014 lancei a provocação ao Calçada Duarte, ao João Gama Amaral e à Rosário de fazermos, em abstrato, algo em torno da Engenharia Florestal, face à minha perceção do continuado declínio do ensino e exercício da profissão de Engenheiro Florestal, estava muito longe de imaginar as repercussões e os caminhos que esta provocação assumiria. Confesso que inicialmente a minha principal motivação era a resolução de uma dificuldade específica do departamento florestal - a reduzida procura que o curso de engenharia florestal tem tido face à oferta formativa e ao histórico da engenharia florestal na UTAD. Porém, depressa o movimento impôs as suas próprias lógicas e dinâmicas diluindo as minhas motivações, individualizando-se como movimento autónomo, criando o seu próprio ADN.
Ao colega Calçada Duarte o meu reconhecimento público do seu contributo, contínuo, em material genético para o movimento dos florestais da UTAD. Ao João Gama Amaral, o meu agradecimento pelo seu ímpeto de silvicultor livre e pelo seu apoio a este movimento. À colega Rosário minha condiscípula, agradeço o seu sim incondicional ao meu convite inicial e o papel decisivo que teve no lançamento do movimento, no encontro do Porto.
Este movimento teve, naturalmente, altos e baixos, como é característico da paisagem florestal do Norte de Portugal. Para superar os acidentes orográficos muito contribuíram os colegas que se foram agregando em torno da comissão organizadora: a Maria Emília com o seu espírito inclusivo e agregador foi decisiva para a consistência do movimento e ligação à UTAD. Numa fase mais final o Luis Roxo voluntariou-se e desenvolveu trabalho que considero relevante para o movimento, e mesmo na reta final o João Loureiro participou ativamente na divulgação do evento. Ao António Macedo, José Aranha, Luis Sarabando e à Susana Carneiro (também minha condiscípula), quero manifestar o meu profundo agradecimento – cada com o seu estilo próprio, patrocinaram o movimento em diferentes fases do processo.

Louvo todos os colegas da CO, de igual modo, que abdicarem dos seus afazeres profissionais e pessoais, para voluntariamente, participarem no movimento dos florestais da UTAD.

Comissão Organizadora truncada (da esquerda para a direita): Luis Lopes, Rosário Alves, João Gama Amaral, Maria Emília, Calçada Duarte, Luis Roxo, João Loureiro. Elementos que foram truncados à CO por não estarem presentes no momento da foto: António Macedo, José Aranha, Luís Sarabando e Susana Carneiro. Ao centro pequeno teixo – árvore representativa do universo dos florestais da UTAD. 
A reunião dos florestais da UTAD de 7 de Fevereiro de 2015 marcará, seguramente, o futuro deste movimento. Verifico, com agrado, o elevado número de colegas que se disponibilizaram para participar ativamente no processo, fruto da discussão plenária de 29 de novembro de 2014. Sendo certo que todos somos poucos, e consciente da necessidade em flexibilizar e aprofundar o modelo de gestão da anterior comissão organizadora, muito espero desta reunião. Estou convicto que os florestais da UTAD poderão evoluir, rapidamente, para um movimento profissional de cariz associativo em que à pluralidade de pessoas e ideias esteja associado o sufrágio do universo florestais da UTAD, e subjugado ao interesse coletivo da profissão.
Temos a nossa árvore, identificamo-nos como os florestais da UTAD, temos de ter a capacidade de ser consequentes: criar algo que perdure no tempo e inverta o continuado declínio do ensino e exercício da profissão de Engenheiro Florestal… Só o conseguiremos se ganharmos força como um coletivo em saudável processo de cooperação.

Luís Lopes 

ENGENHARIA FLORESTAL: FAZER ACONTECER
UTAD, 29 DE NOVEMBRO DE 2014
SÍNTESE CONCLUSIVA

I. Sobre a fase preparatória (vejam-se detalhes em http://florestaisdautad.blogspot.pt/)
Em resposta a desfio lançado no final do mês de maio pelo colega Luís Lopes, um grupo de florestais formados na UTAD constitui-se em comissão organizadora do que foi desde logo designado por “Engenharia Florestal: Fazer Acontecer”.
Os meses de junho e julho foram meses de discussão e de consolidação da iniciativa: o consenso gerado no seio da auto denominada “comissão organizadora” de que “urge fazer alguma coisa” tinha de ser alicerçado em abordagens e ações concretas. Foram aqui marcos importantes as reuniões com os docentes, atuais e antigos, do “Departamento Florestal” e com o reitor da UTAD (11.06.2014 e 09.07.2014, respetivamente), e a apresentação pública da iniciativa (à data ainda sem calendário e programa fixados), ocorrida na Fundação AEP (Porto, 29.07.2014).
Em 25 de setembro foi feita a primeira divulgação do evento junto de cerca de 250 colegas (nem todos os 303 endereços eletrónicos coligidos até então rececionaram a mensagem) e em 22 de outubro foi publicitado o blog, enquanto espaço de informação e discussão (blog que até à data do encontro teve 2.653 visualizações, o que se traduz numa média de cerca de 70 visitas diárias). A última notificação, datada de 17 de novembro, terá sido rececionada por 430 colegas (a obtenção dos contactos dos florestais da UTAD foi mesmo a principal dificuldade sentida nesta fase preparatória).

II. Sobre as envolventes do encontro
Total de inscritos: 136 (incluindo os 7 convidados)
Total de participantes: 128 (8 desistências, apesar da inscrição prévia para almoço)
Total de ex-alunos: 121
32% do sexo feminino
68% do sexo masculino
14% matriculou-se antes de 1985;
54% matriculou-se entre 1985 e 1995
16% matriculou-se entre 1995 e 2005
16% matriculou-se depois de 2005
82% veio do Norte do País
11% veio do Centro do País
7% veio do Sul do País
Total de participantes no almoço: 108 (incluindo os 7 convidados)
Montante apurado com as inscrições: 1.524,00 € (101 inscrições)
Despesas efetuadas: 1.312,96 € (almoços e aquisição de material)
Saldo a transportar para o próximo exercício: 211,04 €
Apesar de não se ter conseguido divulgar a iniciativa por todo o universo dos ex-alunos florestais da UTAD, cerca de 15% desse universo marcou presença (correspondente a cerca de 28% dos endereços eletrónicos apurados).
Tal como previsto, o evento decorreu no dia 29 de novembro, no auditório de ciências florestais da UTAD (das 10 às 13,45 horas, com pausa de 10 minutos de permeio), sendo de sublinhar:
- A intervenção de abertura efetuada pelo Reitor, reiterando o apoio à mobilização dos florestais e assumindo o ensino de florestal como uma das apostas estratégicas da UTAD.
- O ambiente informal e descontraído em que decorreu a promoção da discussão, o debate e a sua moderação (debate por vezes aceso, também com a participação dos antigos docentes).
 - O debate, fluido e só interrompido para o lançamento dos pontos em discussão e para a pausa para café, centrado nos 5 temas base agendados: evolução do ensino, competências, empregabilidade, atos próprios e caminhos a seguir (no que se refere à dinâmica futura do movimento “florestais da UTAD”, vários colegas manifestaram desde logo interesse em integrar a comissão dinamizadora desse movimento – manifestação continuada no período de almoço e mesmo após o termo do evento; veja-se ponto IV).
- O (re)assumir, pela comissão organizadora, de que será elaborada, com o patrocínio da UTAD, uma publicação específica sobre os florestais da UTAD (evolução temporal de matrículas, universo dos licenciados e mercado de trabalho), aglutinando também os pontos discutidos no evento e as respetivas inferências.
O almoço decorreu em ambiente de buliçosa descontração, tendo a turma de 84 reservado mesa para, em simultâneo, celebrar com brindes e grito a preceito os seus 30 anos de UTAD.
Também como previsto para o período após almoço, procedeu-se à plantação do teixo – a árvore eleita para representar os florestais da UTAD –, em evento muito participado, animado e prolongado.

III. Sobre os desfechos do encontro
Não se considerando adequado falar em conclusões do evento, poder-se-á referir que a maioria dos presentes no encontro “Engenharia Florestal: Fazer Acontecer” se revê nos seguintes corolários:
1. Quanto ao movimento “florestais da UTAD”
i) Enaltecida a iniciativa, importa agora consolidar o movimento “florestais da UTAD”, procurando chegar a todo o universo com renovados desafios.
ii) Considera-se de interesse promover uma rede própria de informação e partilha, enquanto evolução natural da plataforma de informação e discussão criada com o blog, também como elemento afirmação da comunidade dos florestais da UTAD.
iii) Perfilhar-se-á o desafio lançado pelo Reitor na sessão de abertura, pelo que os florestais da UTAD se irão envolver na realização de um encontro de promoção ao curso e à profissão no final do 1º semestre de 2015.
2. Quanto à formação
i) A comunicação sobre a / da licenciatura à sociedade, aos poderes públicos e ao mercado de trabalho, são vertentes que exigem maior atenção e trabalho, também como via de atrair mais alunos.
ii) Considera-se oportuno promover uma reflexão sobre a eventual atualização dos curricula, no sentido de se incorporar na base formativa o corpo de competências mais valorizado pelo mercado de trabalho atual, sem contudo se abdicar do que a engenharia florestal tem de distintivo.
iii) As linhas de atuação anteriores deverão ser complementadas com a análise da existência – e/ou da criação – de eventuais traços distintivos na formação promovida pela UTAD, com vista a reforçar o grau de atração do curso.
iv) Importa aumentar o nível de informação sobre os florestais formados na UTAD, concentrando essa informação em repositório dinâmico sob a responsabilidade do CIFAP.
3. Quanto ao exercício da profissão
i) Os florestais não têm sabido comunicar a algumas partes interessadas (cidadão e poder político em particular) o valor e as particularidades da nossa floresta.
ii) A existência de múltiplas iniciativas com diferentes origens e abordagens, é uma importante via para acrescentar visibilidade ao setor e à profissão; os florestais devem, por isso, incentivar e valorizar essas iniciativas.
iii) Só o reconhecimento formal da existência de atos próprios define e valoriza a profissão. Neste sentido, e porque este é um desafio comum que precisa de todos, procurar-se-á, junto com florestais de outras origens académicas, pressionar a Ordem dos Engenheiros a fazer valer esses atos próprios, ensaiando-se outras formas de atuação caso não se vislumbrem resultados em prazo a fixar.

IV. Sobre a comissão organizadora
A comissão organizadora, que depois de julho de 2014 passou de 7 para 11 elementos, extinguiu-se com a realização do evento, mesmo detendo tarefas pendentes (caso da elaboração da presente súmula conclusiva, da publicação sobre os florestais da UTAD e da passagem de testemunhos).
Não tendo existido um processo formal de constituição da nova comissão – ou mesmo a discussão de alternativas de organização –, uma vez que se foram voluntariando vários colegas para assumir tal desígnio, está em curso o processo da passagem de testemunhos entre a comissão anterior e a estrutura vindoura, de natureza e atributos ainda por definir (até ao momento, voluntariam-se para a referida estrutura cerca de 30 colegas, alguns dos quais da anterior comissão).
Antes de ser dada formalmente por concluída, esta síntese foi submetida à apreciação dos participantes, em processo que decorreu entre 18 e 24 de janeiro de 2015.