quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Valorização profissional: temas de discussão em destaque

O âmbito da discussão que se pretende provocar centra-se, conforme discrimina o programa do encontro, na valorização da profissão.
Para que na sessão a promover possamos, não só ter a leitura transversal que nos possibilite tal posicionamento, mas também podermos proporcionar a sustentabilidade da discussão, cremos que os temas deverão ser os mais abrangentes, embora de especificidade identificável.
Lançamos aqui cinco temas que consideramos de importância e cumpridores dos pressupostos elencados. No entanto, como não queremos que o debate fique limitado, colocamos explicitamente o desafio de serem identificados outros temas passíveis de discussão.

Os cinco temas propostos desde já, são os seguintes:
Tema A. Num quadro de responsabilização e reconhecimento legal, deverão os engenheiros florestais ter atos próprios / exclusivos? Nessa perspetiva, como nos devemos articular com as outras profissões que connosco disputam os espaços florestais?
Tema B. Como poderemos valorizar a profissão junto das partes interessadas, cidadãos em particular?
Tema C. Terá a evolução do sistema de ensino superior (implementação do sistema de Bolonha) colocado em causa a engenharia florestal como a conhecíamos e era ministrada nesta nossa instituição?
Tema D. Que competências não nos foram ministradas e tanta falta nos fazem / fizeram?
Tema E. Soube a engenharia florestal responder às dinâmicas do mercado de trabalho?

Perguntamos pois:
Que temas discutir?
Como poderemos valorizar a profissão?


2 comentários:

  1. Sendo a valorização da profissão - Eng.ª Florestal, o núcleo da discussão, o portefólio de temas posto à consideração parece-me, numa primeira abordagem e para gerar discussão, manifestamente insuficiente e até mesmo com sobreposições. Vejamos:
    Tema A- obviamente que a resposta é afirmativa, os engenheiros florestais já deveriam ter os seu atos próprios há anos. A questão é passados 40 anos de democracia, continuamos sem atos próprios. Que responsabilidades : individuais, e colectivas (ordem dos engenheiros) contribuiram para existência desta realidade objectiva? temos o arranjo institucional de valorização da profissão, sufeciente?
    Tema B. Questão oportuna, a qual merece uma profunda discussão.
    Tema C. O ensino da engenharia florestal na UTAD, seguiu o mesmo “destino” que as outras engenharias seguram no país e no mundo, logo não é um elemento diferenciador….
    Tema D. Muitas, mesmo muitas comtenências me deviriam ser ensinadas e não foram. E agora vou processar a entidade formadora, ou pelo contrário vou colmatar esta minha formação?
    Tema E. O sujeito “a engenharia florestal” tem uma existência real ? O que entendemos por “engenharia florestal” como sujeito activo capaz de praticar acções e responder a estimulos ?
    Agora vou almoçar, para depois elencar possíveis temas de discussão...
    LL

    ResponderEliminar
  2. Boas
    É, para mim, uma evidência determinística a pouca participação na discussão dos temas a abordar durante o encontro. Partindo desta minha observação, sou levado a inferir que :
    Foi (e ainda o é) intuito da comissão organizadora (CO) do encontro proporcionar a construção de um processo e não de um estado (muito menos final) relativo ao exercício da profissão de Engenheiro Florestal. Assim era para mim expectável a participação dos colegas na dinâmica de construção do debate, o que não está a acontecer……
    A conclusão poderá ter duas abordagens – A CO não conseguiu passar esta mensagem muito simples e ainda estamos a tempo de corrigir….ou pelo contrário os colegas perceberam a mensagem, porém a resiliência à participação é elevada. Se assim for é importante identificar estes factores de resiliência…
    Muitos de nós, já marcarem na agenda o dia 29 de novembro para revisitar a UTAD, rever os colegas e degustar uma boa almoçarada regada com um bom Douro, porém temos que maximizar este encontro do ponto de vista colectivo: como engenheiros florestais … para que no final do encontro não fiquemos com uma sensação de vazio mesmo com o estomago cheio….
    As vossas opiniões contam, eu não acredito que não têm opinião sofre a profissão….
    LL (Luis Lopes)

    ResponderEliminar