sexta-feira, 24 de março de 2017

Amanhã, dia 25 de março ocorrerá a nossa Assembleia Geral. A direção, a qual tenho a honra de presidir, comprometeu-se, em 24 de novembro, a conduzir o destino desta instituição até a esta Assembleia Geral, cumpriu. É agora o momento da pronuncia dos associados, de  perceber o passado, situar o presente mas mais importante projetar e executar o futuro coletivo dos associados da florestais-da-utad. Porque acredito neste projeto, porque haverá um espaço e um tempo para esta instituição,  porque estamos a ganhar raízes, porém temos que ter uma visão coletiva de médio/longo prazo.
Será da capacidade de estruturar um pensamento sobre o futuro para a florestais-da-utad, incorporando-lhe  planeamento estratégico e “refrescando-a”, que poderá surgir  o sucesso desta organização. A florestais-da-utad não será o "fim da história"  no sentido em que o grau de institucionalização e burocratização atuais, é a última e a mais eficiente etapa possível de sua  evolução. Será, no meu entendimento, sempre possível à  florestais-da-utad a sua auto-superação. Não será este o verdadeiro referencial de análise -  o  propósito último do plano de atividades - o futuro como espaço de discussão. Este processo, poderá implicar mesmo a morte de algo. Citando Picasso "A arte moderna tem que ser morta. Isso significa também, que temos de nos matar a nós próprios, se queremos continuar a realizar algum coisa".
A vontade da florestais-da-utad será a vontade dos seus associados.   
Luis Lopes 

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