Amanhã, dia 25 de março ocorrerá a nossa Assembleia Geral. A direção, a
qual tenho a honra de presidir, comprometeu-se, em 24 de novembro, a conduzir o
destino desta instituição até a esta Assembleia Geral, cumpriu. É agora o
momento da pronuncia dos associados, de perceber o passado, situar o presente mas mais
importante projetar e executar o futuro coletivo dos associados da florestais-da-utad.
Porque acredito neste projeto, porque haverá um espaço e um tempo para esta instituição,
porque estamos a ganhar raízes, porém temos
que ter uma visão coletiva de médio/longo prazo.
Será da capacidade de
estruturar um pensamento sobre o futuro para a florestais-da-utad,
incorporando-lhe planeamento estratégico
e “refrescando-a”, que poderá surgir o
sucesso desta organização. A florestais-da-utad não será o "fim da
história" no sentido em que o grau
de institucionalização e burocratização atuais, é a última e a mais eficiente
etapa possível de sua evolução. Será, no
meu entendimento, sempre possível à
florestais-da-utad a sua auto-superação. Não será este o verdadeiro
referencial de análise - o propósito último do plano de atividades - o futuro como espaço de discussão. Este processo,
poderá implicar mesmo a morte de algo.
Citando Picasso "A arte moderna tem
que ser morta. Isso significa também, que temos de nos matar a nós próprios, se
queremos continuar a realizar algum coisa".
A vontade da florestais-da-utad será a vontade
dos seus associados.
Luis Lopes
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