Num mês de floresta e florestais e de muita atividade
florestal, o nosso encontro voltou a ser um reencontro de muitos colegas: quase uma centena de participantes ao
longo do dia.
Na abertura, a exposição
de fotografia “florestal da UTAD em ação” foi o ponto de encontro para a
receção dos participantes e chegada de novos associados.
Com fotos da ação, nos gabinetes, nos laboratórios, nas
salas de aula e formação, nos auditórios, mas sobretudo no terreno: com fogo,
com água, com terra, com pessoas, com animais, com plantas e sobretudo com
árvores! Com fotos dos que vieram ao encontro e dos que não podendo vir também
estiveram presentes desta forma.
Ao almoço, fomos saudados pelos nossos anfitriões: o Reitor
da UTAD – Fontainhas Fernandes e pelo presidente
da Câmara de Vila Real e nosso colega Rui Santos.
A chuva apareceu para uma fotografia de grupo apressada!
Durante a tarde, numa apresentação da direção, intitulada Florestais da UTAD “no mapa”, pretendeu
mostrar geograficamente a implantação que temos, mas sobretudo onde estamos e
onde queremos estar: nas nossas organizações representativas, no ensino e
investigação, no estado, no associativismo, nas organizações não
governamentais, no setor privado, na política, na sociedade e para a sociedade,
na natureza e com a natureza.
O colega Vasco Paiva, numa conversa que decorreu animada sob as
diferentes perspetivas dos nossos convidados: Luís Corte Real, Ricardo
Sousa e Duarte Marques, serviu de mote à discussão
da atividade florestal – no estado, no setor privado e no associativismo.
Que papéis para cada interveniente, que peso para cada intervenção, foram mais
as questões a necessitar de debates posteriores do que as respostas acabadas. As
experiências dos colegas, que já trabalharam em diferentes circunstâncias,
ainda que nos mesmos setores, como no estado onde as funções e os meios sofreram
alterações muito profundas, como nas associações onde as fontes de
financiamento continuam a traçar caminhos nem sempre convergentes com as
inicialmente criadas, como nas empresas onde as experiências no estrangeiro se
mostraram uma oportunidade explorada com sucesso.
Todas as intervenções, dos convidados à plateia mostraram
que estamos num ritmo de mudanças sociais nem sempre compatíveis com os ciclos
da natureza e particularmente das florestas, colocando à atividade do florestal
em sentido lato os maiores desafios.
Esses desafios e as mudanças de políticas a que assistimos
mostram a necessidade da nossa presença e da nossa voz.
A continuação da atividade floresta
com café dos florestais-da-utad, mantendo o debate de diferentes assuntos e
a sua mobilidade pelo país será nos meses menos “florestais” sempre a altura de
encontro de colegas e sobretudo de encontro de ideias.
E no nosso grupo fechado de discussão e partilha de
informação entre os associados da florestais-da-utad:
florestais-da-utad (sócios)
*Agradecimento aos Serviços Fotografia da UTAD e
aos colegas Patrícia Enes e Luís Martins






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