quinta-feira, 29 de março de 2018

III Encontro de florestais-da-utad – um resumo incompleto


Num mês de floresta e florestais e de muita atividade florestal, o nosso encontro voltou a ser um reencontro de muitos colegas: quase uma centena de participantes ao longo do dia.




Na abertura, a exposição de fotografia “florestal da UTAD em ação” foi o ponto de encontro para a receção dos participantes e chegada de novos associados.
Com fotos da ação, nos gabinetes, nos laboratórios, nas salas de aula e formação, nos auditórios, mas sobretudo no terreno: com fogo, com água, com terra, com pessoas, com animais, com plantas e sobretudo com árvores! Com fotos dos que vieram ao encontro e dos que não podendo vir também estiveram presentes desta forma.


A assembleia geral da associação decorreu de forma muito participada (cuja ata chegará aos nossos associados) com aprovação dos documentos apresentados e com contribuições muito interessantes dos associados para a melhoria do plano de atividades para 2018 e para o funcionamento da associação. Esta assembleia serviu ainda de início ao processo de discussão previsto para toda a tarde do encontro!




Ao almoço, fomos saudados pelos nossos anfitriões: o Reitor da UTAD – Fontainhas Fernandes  e pelo presidente da Câmara de Vila Real e nosso colega Rui Santos.

A chuva apareceu para uma fotografia de grupo apressada!




Durante a tarde, numa apresentação da direção, intitulada Florestais da UTAD “no mapa”, pretendeu mostrar geograficamente a implantação que temos, mas sobretudo onde estamos e onde queremos estar: nas nossas organizações representativas, no ensino e investigação, no estado, no associativismo, nas organizações não governamentais, no setor privado, na política, na sociedade e para a sociedade, na natureza e com a natureza.


O colega Vasco Paiva, numa conversa que decorreu animada sob as diferentes perspetivas dos nossos convidados: Luís Corte Real, Ricardo Sousa e Duarte Marques, serviu de mote à discussão da atividade florestal – no estado, no setor privado e no associativismo. Que papéis para cada interveniente, que peso para cada intervenção, foram mais as questões a necessitar de debates posteriores do que as respostas acabadas. As experiências dos colegas, que já trabalharam em diferentes circunstâncias, ainda que nos mesmos setores, como no estado onde as funções e os meios sofreram alterações muito profundas, como nas associações onde as fontes de financiamento continuam a traçar caminhos nem sempre convergentes com as inicialmente criadas, como nas empresas onde as experiências no estrangeiro se mostraram uma oportunidade explorada com sucesso.


Todas as intervenções, dos convidados à plateia mostraram que estamos num ritmo de mudanças sociais nem sempre compatíveis com os ciclos da natureza e particularmente das florestas, colocando à atividade do florestal em sentido lato os maiores desafios.
Esses desafios e as mudanças de políticas a que assistimos mostram a necessidade da nossa presença e da nossa voz.
A continuação da atividade floresta com café dos florestais-da-utad, mantendo o debate de diferentes assuntos e a sua mobilidade pelo país será nos meses menos “florestais” sempre a altura de encontro de colegas e sobretudo de encontro de ideias.


Links para as fotorreportagens*na nossa página de Facebook:



E no nosso grupo fechado de discussão e partilha de informação entre os associados da florestais-da-utad:

florestais-da-utad (sócios)



*Agradecimento aos Serviços Fotografia da UTAD e aos colegas Patrícia Enes e Luís Martins

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